Quem tece a Ananke

A Ananke não é uma esteira de conteúdo. É um ateliê, feito de pessoas que escrevem para pessoas.

Por trás da agência estão duas vidas que se cruzaram antes que ela existisse.

Maria Javadd, profissional de comunicação há uma década, com formação em Marketing, formação complementar em jornalismo e duas pós-graduações em neurociências pela PUCRS e pela FAAP (onde teve, entre outros professores, a referência em neurociências Suzana Herculano-Houzel).

Ao longo dos anos, também buscou instrução com algumas das mentes mais influentes do mercado digital brasileiro, com destaque para Bettina Rudolph e Tay Dantas, entre outras referências do setor.

Não para reproduzir o método de nenhuma delas, mas para entender, em profundidade, o que cada uma faz bem, e depois construir algo que não existia ainda. A Ananke é o que sobrou desse processo de leitura, recusa e síntese.

Ao lado dela está João Gonzalez, Mestre em Física, na área de Óptica Quântica, pela Unicamp. Quem dirige uma agência ao lado de um físico aprende rápido a desconfiar de respostas rápidas.

João traz à Ananke o que se aprende observando a matéria nos níveis em que ela quase desaparece: que sistemas complexos pedem paciência, que padrões só emergem para quem mede com cuidado, e que toda decisão técnica é, no fundo, uma escolha sobre o que vale a pena durar. É dele a direção da infraestrutura tecnológica e da disciplina financeira da casa.

Juntos, Maria e João dirigem uma agência construída sobre três compromissos não-negociáveis: o prazo cumprido, a palavra verdadeira e o cuidado com quem está dentro da casa.

Ananke não é o sobrenome de ninguém. É o nome de um ofício compartilhado por pessoas que escolheram trabalhar com profundidade em uma época que premia velocidade.

Trabalhamos com poucos clientes por semestre, de propósito. Porque profundidade não escala como ruído e porque o tipo de atenção que damos a cada projeto só cabe em uma agenda contida.

Ananke